Imagine uma biblioteca de verdade. Com prateleiras cheias de livros organizados por assunto, tudo muito bem cuidado. Agora imagine uma biblioteca "genérica" onde ao invés de livros originais houvessem pilhas e mais pilhas de cópias xerox de livros famosos.
Pois é, uma coleção de mp3 é mais ou menos isso.
Sendo assim que tal colecionar suas musicas favoritas de seus artistas favoritos em seus CDs ou até LPs originais. Tudo organizado e bem cuidado. Fica até bacana na sua sala.
Eu por exemplo coleciono CDs de Synthpop, EBM e Freestyle da época dourada entre 88 e 92. Um amigo mu também começou sua coleção há uns três anos e já vai com mais de 400 CDs originais e raros em sua estante. Outro amigo está comprando vinis raros de freestyle, aqueles dos bailes funk.
Enfim, não precisa gastar uma grana preta não. Com o dinheiro que seria gasto pagando cerveja para uma roda de marmanjos numa mesa de bar, dá pra adquirir uns dois ou três CDs ou LPs raros que vc adoraria ter em sua casa.
Além do mais, é muito divertido ficar garimpando na inernet atrás de sites com esses títulos disponíveis. Há vários "lugares" para comprá-los: Mercadolivre.com.br , amazon.com , etc.
Taí minha dica.
Sigam-me os bons!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
SLDZ / CDJ-1000 / DNH-5500 / CDJ-2000
No post anterior eu falei dos modelos mais populares de CD-players para DJs. Agora vou comentar alguns dos mais avançados.
SLDZ-1200 TECHNICS
Um dos primeiros modelos a oferecer o recurso scratch num CD-player. A aparência (e o peso inclusive) é o mesmo de uma pick-up clássica de vinil. O motor de indução magnética permite a mesma sensação de manipulação de um vinil. Porém a falta de mais recursos e efeitos fez com que este modelo perdesse mercado rapidamente para os concorrentes. Mas é lindo, não é? Dá saudade da época dos bolachões...
CDJ-1000 MKIII
SLDZ-1200 TECHNICS
CDJ-1000 MKIII
A PIONEER inovou o mercado de CD-players com o CDJ-1000 e sua inovadora função Scratch. Em seguida a TECHNICS e a DENON reagiram laçando modelos concorrentes que superaram rapidamente este enorme aparelho. Demorou um pouco para que a PIONEER fizesse o óbvio e disponibilzasse uma conexão USB no modelo MKIII que além da compatibilidade com controladoras e notebooks e um punhado de efeitos bem simples, acabou sendo basicamente a única mudança desta nova versão.
DNH-5500 DENON
Apenas um pouco maior que os modelos básicos, e um pouco menor que seus concorrentes diretos, o DNH-5500 traz os fantásticos recursos e efeitos da família DENON apresentando outras funções inacreditáveis como a opção de mixar duas músicas no mesmo aparelho com ajustes de pitch e tudo mais!!! Isso mesmo! O display "se divide" em dois permitindo a manipulação simultânea dos dois arquivos!!! Porém a DENON só disponibiliza o aparelho com compatibilidade para arquivos via USB. Veja na foto, ele não tem entrada para CD. Caso vc queira usar CDs neste aparelho, terá que comprar uma unidade ótica separadamente por um preço nada camarada. Depois disso terá que baixar e instalar o firmware para que a unidade funcione. Complicado demais né? Melhor vermos o próximo aparelho...
CDJ-2000 PIONEER
Agora sim a PIONEER deu uma dentro! Este aparelho é foda! Lê CDs e CDRW, Mp3, Wav, Aiff, AAC cartões SD e até DVD (de músicas). Além disso pode-se adiantar ou retroceder a música com o dedo diretamente no display! Igual a um IPhone!
A opção de conexão de até 4 unidades destas em rede é um prato cheio para DJs mais ousados. Além de outras funções relacionadas à organização e manipulação do banco de dados.
O preço apesar de alto nem é tão absurdo assim quando comparado aos modelos anteriores ou concorrentes.
Na verdade este aparelho não apresenta nada que plataformas como o Serato ou Traktor já não possuam. Mas como eu disse em outros posts, é um equipamento para quem gosta de CDJs.
CDJs e DNSs
Apesar da enorme quantidade de softwares simulando Pick-ups, muitos DJs (inclusive eu) prefere a sensação de manipular botões e trocar os discos.
Para estes profissionais um item se tornou obrigatório nos ultimos anos. O CDJ.
Periodicamente os fabricantes lançam versões mais atualizadas e com mais recursos.
Para tirar algumas dúvidas resolvi listar os modelos mais populares do mercado indicando prós e contras:
CDJ-200 PIONEER

É o sucessor do lendário CDJ-100, trazendo a vantagem da leitura de arquivos MP3. O visual renovado e simples disponibiliza fácil acesso aos recursos do aparellho. Além disso apresenta novos efeitos de loop que permitem novas opções de mixagem e criação de efeitos ao vivo. Mas não tem efeito scratch nem entrada USB.
DNS-1200 DENON

Para estes profissionais um item se tornou obrigatório nos ultimos anos. O CDJ.
Periodicamente os fabricantes lançam versões mais atualizadas e com mais recursos.
Para tirar algumas dúvidas resolvi listar os modelos mais populares do mercado indicando prós e contras:
CDJ-200 PIONEER

DNS-1200 DENON
Nestes últimos anos a DENON deu um banho na PIONEER no mercado de pick-ups de CDs. Os aparelhos apresentam uma infinidade de recursos revolucionários que realmente fazem a diferença na hora da discotecagem.
Entre eles uma função que permite mixar (sem ajuste de pitch) duas músicas de um mesmo CD!
Além disso oferece o recurso de scratch no jog, coisa que só estava disponível nos modelos mais caros da PIONEER até então.
Os efeitos de eco são verdadeiros samplers! Com ajustes inacreditavelmente precisos.
Além de tudo isso o modelo acima possui conexão USB e MIDI para intergir com outros equipamentos como notebooks e controladoras.
Enfim, um aparelho surpreendente. Porém os recursos são meio complicados de acessar (opinião dos próprios usuários e proprietários destes aparelhos). E a DENON insiste em manter os terríveis botões de borracha, que obrigam o DJ a dar uma surra no equipamento a cada discotecagem.
CDJ-400 PIONEER

Mantendo o tamanho padrão dos CDJs 100 e 200, e dos seus concorrentes DNS 1000 e 1200, a PIONEER trouxe as funções dos gigantes CDJ-1000 e CDJ-800 para os modelos mais básicos. Além de oferecer os efeitos de scratch (que a DENON já havia feito) disponibilizou uma conexão USB para se alinhar aos novos tempos onde notebooks e controladoras estão cada vez mais presentes nas cabines dos DJs. Os efeitos "Bubble" e "Trans" são completamente dispensáveis. Enfim, este aparelho foi lançado apenas para competir com os modelos da DENON que oferecem muito mais recursos. Mas a dificuldade de acesso aos efeitos e os malditos botões de borracha me obrigam a usar os modelos da PIONEER.
Eu poderia falar ainda dos CDJ-1000 MKIII ou dos DNS-3500. Mas como falei anteriormente, este post é sobre os modelos mais populares. Espero ter ajudado.
Abraços!
VINIL vs CD
Esta discussão é bastante comum não só entre os DJs, mas também entre amantes de Home-theater, audiófilos, engenheiros de som, etc.
E embora cada um possa ter milhares de argumentos, não há uma resposta definitiva para isso. Afinal, o resultado de uma masterização (seja em vinil ou CD) pode agradar uns e não agradar outros.
Basta lembrar que nem todas pessoas escutam igual. Pois até o formato da orelha de cada pessoa muda completamente a forma como esta pessoa ouvirá certos sons ou frequências.
Além disso o equipamento utilizado para comparar gravações digitais e analógicas têm que ser altamente fiéis para que o resultado da avaliação seja realmente justo. Afinal, uma agulha LeSon jamais dará o mesmo som de uma agulha Stanton. Da mesma forma que um CD-Player popular Philips jamas dará o mesmo som de um CD-player Denon. Porque embora o processo de decodificação seja o mesmo, a qualidade dos componentes eletrônicos de conversão e saída irão influir diretamente no resultado final.
Mesmo quando comparamos um mesmo disco nas versões vinil e CD, devemos levar em consideração a época em que foram feitos. Um vinil original dos Beatles dos anos 60 tem um som completamente difierente de um vinil dos Beatles lançado recentemente e que ainda se encontram à venda em lojas como a Livraria Cultura, por exemplo.
O motivo disto é que os processos e equipamentos de masterização utilizados na prensagem dos vinis naquela época são diferentes dos utilizados hoje.
Notem que falei "diferente". Não falei melhor, nem pior.
Muitos fazem comparações de CDs e LPs lançados em épocas completamente diferentes.
De fato, grande parte das versões em CD de discos antigos que foram lançados anos depois são muito mais pobres sonoramente do que as versões de 12 polegadas.
Nestes casos os CDs foram masterizados de forma desleixada por engenheiros que estavam mais preocupados com a enorme quantidade de outros títulos que ainda tinham pela frente para lançar do que com a qualidade e fidelidade desses produtos.
A verdade é que o CD possui uma faixa dinâmica muito maior que a dos LPs. Ou seja, consegue reproduzir timbres de graves e agudos que não poderiam ser reproduzidos pelos LPs. Além disso, o vinil sempre apresentará ruídos que não fazem parte da música. Afinal a agulha estará sempre "raspando" no vinil (mesmo que esteja se utilizando agulhas adequadas em equipamentos devidamente calibrados) inclusive naqueles momentos em que deveria haver um "silêncio" na música. Basta aumentar o som para perceber.
A sensação de que o vinil tem mais "grave" do que o CD pode ser devido à resonância do ambiente. Porque mesmo que o toca-discos esteja devidamente colocado numa pedra de mármore ou granito, ou num local "à prova de vibrações" o próprio som do ambiente irá reverberar na cápsula e o grave irá ter um ganho pois além daquilo que está "gravado" no disco, a cápsula reproduzirá a resonância do ambiente. Outra explicação é o caso da masterização desleixada que citei anteriormente.
Mas como eu disse antes, alguns podem achar que o som do vinil é mais agradável.
Aí já é opinião. Fidelidade é outra coisa.
E embora cada um possa ter milhares de argumentos, não há uma resposta definitiva para isso. Afinal, o resultado de uma masterização (seja em vinil ou CD) pode agradar uns e não agradar outros.
Basta lembrar que nem todas pessoas escutam igual. Pois até o formato da orelha de cada pessoa muda completamente a forma como esta pessoa ouvirá certos sons ou frequências.
Além disso o equipamento utilizado para comparar gravações digitais e analógicas têm que ser altamente fiéis para que o resultado da avaliação seja realmente justo. Afinal, uma agulha LeSon jamais dará o mesmo som de uma agulha Stanton. Da mesma forma que um CD-Player popular Philips jamas dará o mesmo som de um CD-player Denon. Porque embora o processo de decodificação seja o mesmo, a qualidade dos componentes eletrônicos de conversão e saída irão influir diretamente no resultado final.
Mesmo quando comparamos um mesmo disco nas versões vinil e CD, devemos levar em consideração a época em que foram feitos. Um vinil original dos Beatles dos anos 60 tem um som completamente difierente de um vinil dos Beatles lançado recentemente e que ainda se encontram à venda em lojas como a Livraria Cultura, por exemplo.
O motivo disto é que os processos e equipamentos de masterização utilizados na prensagem dos vinis naquela época são diferentes dos utilizados hoje.
Notem que falei "diferente". Não falei melhor, nem pior.
Muitos fazem comparações de CDs e LPs lançados em épocas completamente diferentes.
De fato, grande parte das versões em CD de discos antigos que foram lançados anos depois são muito mais pobres sonoramente do que as versões de 12 polegadas.
Nestes casos os CDs foram masterizados de forma desleixada por engenheiros que estavam mais preocupados com a enorme quantidade de outros títulos que ainda tinham pela frente para lançar do que com a qualidade e fidelidade desses produtos.
A verdade é que o CD possui uma faixa dinâmica muito maior que a dos LPs. Ou seja, consegue reproduzir timbres de graves e agudos que não poderiam ser reproduzidos pelos LPs. Além disso, o vinil sempre apresentará ruídos que não fazem parte da música. Afinal a agulha estará sempre "raspando" no vinil (mesmo que esteja se utilizando agulhas adequadas em equipamentos devidamente calibrados) inclusive naqueles momentos em que deveria haver um "silêncio" na música. Basta aumentar o som para perceber.
A sensação de que o vinil tem mais "grave" do que o CD pode ser devido à resonância do ambiente. Porque mesmo que o toca-discos esteja devidamente colocado numa pedra de mármore ou granito, ou num local "à prova de vibrações" o próprio som do ambiente irá reverberar na cápsula e o grave irá ter um ganho pois além daquilo que está "gravado" no disco, a cápsula reproduzirá a resonância do ambiente. Outra explicação é o caso da masterização desleixada que citei anteriormente.
Mas como eu disse antes, alguns podem achar que o som do vinil é mais agradável.
Aí já é opinião. Fidelidade é outra coisa.
DANCE MUSIC
Certas músicas foram claramente feitas para se dançar, porém tornou-se um processo sistemático nos anos 70, quando milhares de discos e músicas eram lançados com o intuito principal de fazer sucesso nas discotecas. Por isso as músicas dançantes dessa época eram classificas de forma genérica como DISCO MUSIC.
Alguns acham que todos os estilos de música eletrônica se enquadram na definição de Dance Music, mas isto se mostra totalmente inválido e incoerente se considerarmos os trabalhos mais experimentais da Música Eletrônica como os trabalhos de Karlheinz Stockhausen, Jean Michel Jarre, etc.
Alguns acham que todos os estilos de música eletrônica se enquadram na definição de Dance Music, mas isto se mostra totalmente inválido e incoerente se considerarmos os trabalhos mais experimentais da Música Eletrônica como os trabalhos de Karlheinz Stockhausen, Jean Michel Jarre, etc.
MÚSICA ELETRÔNICA
Ao contrário do que muitos pensam, a música eletrônica não é apenas música pra dançar em boates ou raves. É toda música que é criada ou modificada através do uso de equipamentos e instrumentos eletrônicos, tais como sintetizadores, gravadores digitais, computadores, etc.
Sendo assim existem vários estilos de música eletrônica que não são nem um pouco dançantes. As primeiras músicas do grupo alemão Kraftwerk são um bom exemplo disso. Há também o Jean Michel Jarre e vários outros.
A forma de composição é geralmente intuitiva e muitas vezes pode ser feita até mesmo por pessoas com pouca experiência musical.
Sendo assim existem vários estilos de música eletrônica que não são nem um pouco dançantes. As primeiras músicas do grupo alemão Kraftwerk são um bom exemplo disso. Há também o Jean Michel Jarre e vários outros.
A forma de composição é geralmente intuitiva e muitas vezes pode ser feita até mesmo por pessoas com pouca experiência musical.
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